Insights da Indústria

Por Que os Fabricantes Estão Repensando Fazer vs. Comprar para Dados de Engenharia

How Manufacturers Meet the Growing Demand for Engineering Data

Todo fabricante que precisa de software especializado eventualmente se depara com a mesma questão: construir ou comprar.  

Existem muitas áreas onde essa questão está amplamente resolvida: não há muitas organizações construindo ferramentas de CRM do zero em 2026. Para muitas áreas, incluindo engenharia, CAD e manufatura, a decisão de licenciar ou criar algo personalizado é bem menos "resolvida".  

Nesta série, cobrimos por que os dados de engenharia se tornaram um ativo estratégico, o custo dos gargalos de dados de engenharia e por que a estação de CAD frequentemente é a maneira errada de levar informações às pessoas que precisam delas. Essa última parte terminou com uma questão: uma vez que um fabricante decide resolver esses problemas, eles estão construindo a solução por conta própria ou trazendo tecnologia externa? Esta peça aborda essa questão diretamente. 

Esta peça é a quarta em nossa série que antecipa nosso relatório original " Como os Fabricantes Atendem à Crescente Demanda por Dados de Engenharia ". Este relatório já está disponível, e você pode acessá-lo aqui.  

Confira as três primeiras postagens desta série de blogs: 

Por Que Esta Decisão Parece Diferente para Dados de Engenharia 

Embora a questão de construir ou comprar não seja nova em software empresarial, os dados de CAD e simulação trazem suas próprias complicações. Os dados vêm em dezenas de formatos, carregam propriedade intelectual incorporada e regularmente atingem tamanhos de arquivo que o software de propósito geral nunca foi projetado para lidar. Um sistema que gerencia registros de clientes simplesmente não precisa entender dados com a complexidade de geometria, tolerâncias ou estruturas de malha da mesma forma que um sistema lidando com dados de engenharia deve.  

Essa lacuna é uma parte importante de por que muitas vezes não há um produto pronto que faça exatamente o que um determinado fabricante precisa. Em outros casos, o sistema pode fazer muito mais, tornando-se proibitivamente caro para uma organização operando em um nicho especializado. Esses fatores tornam o desenvolvimento personalizado para manufatura, engenharia e outras aplicações similares muito mais atraente do que na maioria das áreas dos negócios.  

O Caso para Comprar 

Apesar de quão bom é ter um produto personalizado, comprar faz sentido para muitas organizações. Comprar tende a fazer sentido na direção oposta de construir, para problemas que são bem compreendidos e não tocam o que torna um processo de engenharia único. Ler e traduzir um formato CAD corretamente, renderizar um grande conjunto a uma velocidade utilizável ou converter uma malha em algo que uma ferramenta subsequente possa usar são todos problemas reais, técnicos, e são problemas que um fornecedor geralmente já resolveu.  

Comprar oferece um componente confiável, já comprovado, em vez de gastar tempo de engenharia interna reaprendendo lições que outra pessoa já aprendeu, liberando esse tempo para o trabalho que realmente diferencia o produto. Em suma, comprar permite que as organizações aproveitem a vasta quantidade de recursos e testes de mercado que foram aplicados na solução de um problema que não são os primeiros a ter.  

O Caso para Ambos: Alguém Realmente Escolhe um Lado? 

Embora "fazer vs. comprar" seja um ótimo cabeçalho (afinal, nós o usamos), se você conversar com fabricantes o suficiente, uma política de fazer ou comprar em toda a empresa começa a parecer um mito. A questão mais interessante é se isso é realmente verdade em toda a extensão ou se apenas parece assim de fora porque a maioria das organizações não divulga quais peças foram construídas versus licenciadas. 

Background

"Raramente é tão simples quanto escolher um caminho. A verdadeira questão é se as equipes estão tratando isso como uma decisão única, ou realmente pesando capacidade por capacidade, e com que frequência essas duas abordagens desembocam em respostas diferentes." 

– Eric Vinchon, Diretor Sênior de Estratégia de Produto na Tech Soft 3D 

Essa é uma pergunta mais difícil de responder de fora do que parece, e é exatamente o tipo de padrão que é fácil de presumir e difícil de realmente verificar sem perguntar diretamente aos fabricantes.  

Onde a IA se Encaixa na Equação 

Como essa é uma discussão de 2026, vale a pena considerar como o desenvolvimento assistido por IA pode afetar a decisão de fazer ou comprar. O desenvolvimento assistido por IA está tornando mais fácil para as equipes de engenharia escrever software personalizado, e isso levanta uma questão óbvia sobre se a matemática mudou fundamentalmente no cálculo de fazer vs. comprar.  

Entender um formato CAD, preservar a geometria com precisão ou interpretar resultados de simulação ainda requer o mesmo conhecimento especializado de sempre, com ou sem assistência da IA. Se um código mais rápido é suficiente para alterar significativamente esse equilíbrio, ou apenas adiciona uma nova variável a ser considerada, vale a pena explorar, em vez de assumir uma resposta de qualquer maneira. 

Tomando a Decisão Certa 

Nada disso aponta para uma resposta universal, e esse é o ponto. Os fabricantes que navegam bem por essa situação tendem a tratá-la como uma decisão real, feita deliberadamente e revisitada à medida que as necessidades mudam, em vez de como um padrão em que caíram uma vez e nunca questionaram novamente. 

Então, como os fabricantes estão realmente decidindo quando construir e quando comprar? A melhor maneira de aprender é ouvindo diretamente das pessoas que fazem essas escolhas. O relatório completo, Como os Fabricantes Atendem à Crescente Demanda por Dados de Engenharia, já está disponível.  

 

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5. AI Could Tip the Balance Toward Building 

AI came up as a potential shift in the build-buy balance far more often than Tech-Clarity expected, mostly because of what it’s doing to development itself. AI-assisted coding, or “vibe coding”, lowers the perceived cost of building custom software and expands access to “citizen developers” outside of IT into the process.  

An automotive technology strategy leader said AI-driven engineering “could change the whole ecosystem.” 

While the development process is changing, those AI-built applications still run into the same 3D data problems that make building hard today: multi-CAD assemblies, kernel formats that vendors update regularly, and PMI and metadata that neutral formats like STEP can lose in translation. The report expects AI coding to raise the importance of SDKs for data translation, visualization, and simulation, since coding agents and copilots can pull them into custom applications to bring them up to commercial grade. 

Background

"Raramente é tão simples quanto escolher um caminho. A verdadeira questão é se as equipes estão tratando isso como uma decisão única, ou realmente pesando capacidade por capacidade, e com que frequência essas duas abordagens desembocam em respostas diferentes." 

– Eric Vinchon, Diretor Sênior de Estratégia de Produto na Tech Soft 3D 

AI’s pull isn’t all in one direction. The  report cites concerns that AI tools could expose sensitive data or learn from proprietary processes, which may push some participants to build more themselves, while others expect to buy more just to keep up with demand for AI capabilities.  

The exact nature of AI effects on software development, the build versus buy debate, and engineering applications as a whole is still murky, but the scale of its impacts will be significant. 

What Comes Next for Engineering Data Applications 

If AI does make building more common, more of these applications will be written by teams without deep CAD expertise, and more of the weight will fall on the components underneath them. To learn more about some of the best building blocks for engineering software on the market, get in touch with Tech Soft 3D toolkits serving CAD data access, visualization, CAE, AI, and more 

The full qualitative report goes further than we have here, with specific examples of what manufacturers have recently chosen to build and to buy, how participants expect the balance to shift, and Tech-Clarity’s recommendations for making the call. 

For those interested in exploring what Tech Soft 3D Toolkits and end-user applications can do for you, contact us.

The full report, How Manufacturers Meet the Growing Demand for Engineering Data, is available now.